quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Grande Prémio Amaros Joalheiros

Catita, Gil, eu, Sandra, Carlos, Afonso, Nuno, Jorge e Tina

Foi no habitual e descontraído ambiente que caracteriza esta prova, que se realizou hoje a 6ª edição do Grande Prémio Amaros Joalheiros, corrida que sempre se disputou no feriado que assinala a implantação da República há 101 anos atrás.

O vencedor masculino, Sérgio Dias

Com o tempo quente, muito quente para Outubro, os atletas tiveram à sua disposição um percurso que utiliza várias artérias da mítica São Silvestre da Amadora.
Após a prova, organizada nos moldes expectáveis, havia à disposição bebidas de recuperação da Gold Nutrition (que já antes da prova tinha distribuído bebidas adequadas a antes do esforço), e para os apreciadores, cerveja à disposição.
E a vencedora feminina, Josefa Senge

Como é hábito, no final foram sorteados dezenas de prémios, fundamentalmente relógios, ténis e molduras digitais, um hábito adquirido nesta prova e que proporciona momento de convívio para os atletas que não arredam pé.
Este ano foi mais demorado devido a uma dúvida com o escalão dum atleta, que necessitou de ser esclarecida antes de serem distribuídos os prémios no pódio.
A presença, em prova e na distribuição de prémios, de Paulo Guerra

Os vencedores à geral foram Sérgio Dias do Maratona e Josefa Senge dos Joaninhas de Leião. De destacar a presença de Paulo Guerra, tetra campeão europeu de Corta-Mato, tendo logrado o 3º lugar final.

A nível de participação, 263 atletas, perdendo 80 em relação ao ano passado, regressando aos valores de 2009.
A representação 4 ao Km: Carlos Mendes, Sandra Martins e João Lima

Hoje a prova já me correu bastante melhor do que no domingo na Corrida da Água, onde tinha realizado 59.13 em 10.000 metros, enquanto hoje fiz 53.37 em 9.800
Começou assim a recuperação após o estado de muito desgaste depois de duas semanas muito duras de trabalho no estrangeiro. Se vou a tempo de um tempo especial na Corrida do Sporting, logo se verá.
Na primeira metade estive a um bom nível, depois acusei uma quebra entre os 5 e os 7 mas quando se chegou às subidas mais difíceis, reagi e acabei em bom plano.
Além do mais, é sempre um prazer reencontrar aquelas ruas que me fazem lembrar a mítica São Silvestre que conta com um apoio popular que, quem já lá correu, nunca esquece.


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