domingo, 4 de dezembro de 2016

Meia dos Descobrimentos: Um enorme catrapumba no meu record mais antigo!

A equipa presente: eu, Vitor, Isa e Isabel (caminhada)

(Não se admirem pelo tom mais entusiasta deste artigo mas hoje estou de cabeça perdida e no bom sentido!)

A 2 de Dezembro de 2007, na Meia-Maratona englobada na Maratona de Lisboa de boa memória, marquei 1.56.35, na que foi a minha 3ª Meia. 45 outras Meias se passaram das quais apenas em 3 baixei das 2 horas. Alturas houve que considerei que não mais bateria esse tempo. Mas 2016 é o meu ano de ouro e... chegou o dia de hoje! Este é o relato deste dia.

Desde a bem sucedida Maratona do Porto, dediquei-me a este objectivo. Esta era a altura perfeita para derrubar o record mais antigo (no início do ano o mais antigo era o de 15 Km mas entretanto dizimado em Peniche). E nesta última semana o foco foi sempre este momento. Qualquer dificuldade durante a semana, colocava logo um "não faz diferença, pensamento positivo!". Com as más previsões meteorológicas, pensamento positivo. Hoje durante a enorme carga de água que durou desde o aquecimento até aos 16 km, "não quero saber, pensamento positivo. Tem que ser hoje!".

A táctica iria ser crucial e foi cumprida. Ou melhor, bem superada! Adiante se verá.

Como se sabe, muito me tenho esforçado. Muito tenho trabalhado. E, que se lixe a modéstia, são mais que justos os, até há pouco tempo impensáveis, records que tenho alcançado. E o que é certo é que hoje foi mais um. Hoje derrubei o da Meia. Mas não me limitei a derrubar. Se chegar ao minuto 55 era um sonho, a loucura das loucuras era o 54. E esse era o limite e já era demasiado ambicioso. Nunca na vida faria menos. Nunca?!? Pois posso já dizer que a marca de hoje foi de 1.52.38!!!

Cumpri tudo bem. Um bom aquecimento, um início a um ritmo certo e já mais puxado para Meia. Chegar aos 5 km e "meter uma abaixo" e ir até uma média que permitisse o record. Chegar aos 15 e dar tudo o que ainda tivesse. Agora vejam o quadro dos meus tempos em cada km e digam lá se não foi assim:

1.000
5.39
2.000
5.39
3.000
5.36
4.000
5.38
5.000
5.37
6.000
5.22
7.000
5.21
8.000
5.20
9.000
5.23
10.000
5.29
11.000
5.28
12.000
5.24
13.000
5.23
14.000
5.18
15.000
5.06
16.000
5.05
17.000
5.04
18.000
5.08
19.000
5.06
20.000
5.08
21.000
4.55
0,097
0.29

A diferença é que foram melhor que o ideal e então os últimos 7 foram mesmo para a loucura, o que permitiu bater não um mas sim dois records, pois o dos 20, que tinha sido alcançado nos 20 km de Cascais de 2015 com 1.49.25, baixou para 1.47.15

Passam assim a ser 8 os records deste ano:

1.000
3.54
05 de Julho
Treino de Séries
3.000
13.46
18 de Maio
As Noites Quentes do Restelo
15.000
1.18.59
25 de Junho
Corrida das Fogueiras
20.000
1.47.15
04 de Dezembro
Meia-Maratona Descobrimentos
21.097
1.52.38
04 de Dezembro
Meia-Maratona Descobrimentos
30.000
3.09.11
14 de Agosto
Treino
30.000
3.08.16
06 de Novembro
Maratona do Porto
42.195
4.47.36
06 de Novembro
Maratona do Porto

O mais surpreendente é a diferença com que esses tempos foram batidos. Em valor aproximado, o de 15 km em minuto e meio, 20 km em 2 minutos, Meia-Maratona 4 minutos, 30 km 6 minutos e Maratona 15 minutos!

Pegando numa famosa cena dos Gatos Fedorentos, tal deve-se a 5 coisas: treino, treino, treino, treino e treino.

Para o sucesso desta marca, foi de muita importância a ajuda do João Afonso a quem muito agradeço. Não o conhecia mas ele sim pois é leitor deste espaço. Juntou-se-me aos 8 km e foi sempre a ajudar até quase à meta. Muito obrigado João!!! Foste fundamental!

E por meta, deixem-me contar que fui fazendo contas e perto dos 15 daria para baixar do record, ficando no minuto 56. Mais à frente vi que daria para o 55. Já bem mais perto da meta, acreditei que o 54 seria possível. E no último km dei o tudo por tudo para ver se ainda entrava no minuto 53. Agora imaginem-me ao ver que tinha era chegado ao 52!!!
Alturas houve que nem me reconhecia por estar a aguentar daquela maneira o ritmo! :)

Adivinha: Qual o meu grau de espírito nesta foto a menos de 100 metros da meta? (obrigado Fernanda pela foto)
Durante a prova tive apenas 2 preocupações. Uma muito breve e outra que durou 10 km e mais uns minutos. A breve foi quando comecei a sentir o gémeo esquerdo a ficar muito frio aos 3 km por causa da muita chuva. Felizmente passou rápido. A outra deu-se após o retorno quando fui olhando para o pelotão para ver como vinham a Isa e Vítor. Tinha seguido com eles até aos 5 e depois dei um esticão mas tinha visto que iam bem e também com fortes probabilidades da Isa bater o seu record. 

Pois o pelotão passava, passava e nada deles. Passou o balão das 2 horas e nada. Cheguei ao Terreiro do Paço, onde desviávamos para dar uma volta pelo Rossio e o pelotão nessa altura já era de quem ia para umas 2.15. Ora não podiam ter perdido tanto tempo em 6 km. Só havia uma hipótese, qualquer problema tê-los feito ficar pelo caminho. 

Segui com essa preocupação e na expectativa de os ver no caminho para a meta ou mesmo lá. Nada! Uns minutos depois de ter chegado, vi-os já no corredor após a meta e felizes pois a Isa tinha reduzido a cinzas o seu anterior record por mais de 2 minutos. E levei roda de cegueta pois no tal retorno, a Isa passou a um metro de mim, disse muito adeus e eu, a olhar para a frente não a vi!!! Ufa que afinal estavam bem e com grandes notícias! Muitos parabéns Isa e Vìtor pela vossa fantástica corrida que prova, uma vez mais, o grande momento que estão a atravessar, também fruto de muito trabalho!

E também uma referência muito especial à Mónica Quarenta que hoje se estreou na distância. Muitos parabéns Mónica por todo o empenho e força de vontade que tens demonstrado!

Com as medalhas. Hoje é dia de festa! :)
E é assim. Estou muito feliz, eufórico mesmo, sinto-me recompensado e... o trabalho não pára! 


ps - A minha próxima Meia será a da Ponte a 19 de Março e terá a particularidade histórica de ser a 50ª! 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Na 1ª Corrida de Agradecimento ao Dador (obrigado S.Pedro pela trégua!)

Em formação de equipa, com o Aurélio, a chegarmos à meta e apanhado como  gosto, com os dois pés no ar

Disputou-se hoje, neste feriado reconquistado, a 1ª edição, espero de muitas, da Corrida & Caminhada de Agradecimento ao Dador, em pleno Parque das Nações.

Este evento teve como objectivo não só agradecer ao dador de órgãos e sensibilizar as pessoas para a doação de órgãos, mas sobretudo incentivar e consciencializar para a importância da prática de exercício físico na sua população específica e na população em geral.

O valor angariado reverteu a favor do GDTP - Grupo Desportivo de Transplantados de Portugal e destina-se a apoiar o desenvolvimento do plano de actividades para a promoção do exercício físico e do desporto na população transplantada e candidata a transplante, nomeadamente nas áreas da educação, formação, investigação, lazer e competição.

A equipa presente, eu, Conceição (caminhada) e Aurélio
Com uma organização cuidada e atenta, tudo correu pelo melhor. Só foi pena o dia não ter estado bonito para embelezar mais a prova mas não nos podemos queixar pois, uma vez mais, São Pedro foi amigo, dado que a chuva que caiu insistentemente parou 5 minutos antes da partida!
(já agora, São Pedro, e não querendo abusar, dava imenso jeito não chover no domingo de manhã e, especialmente, não haver vento. Desde já o meu agradecimento!) 

Pouco depois da partida
Após uma corrida de 10 km no passado domingo onde puxei como se recordam e antes da Meia de domingo onde tenciono fazer o mesmo, esta prova tinha como única intenção a presença, rolando a um ritmo calmo para poupar.

Acabou por ser mais rápido do que queria, pois se apontava para uns 5.50 / 5.55 de média, acabei por fazer os quase 8 km do trajecto em 5.36, isto porque tive que ir mais rápido para aquecer pois estava com frio!

Efectuei a corrida sempre ao lado do Aurélio, no que foi uma rica companhia.

Agora, venha domingo e a Meia-Maratona dos Descobrimentos.



Simpático cartão de agradecimento (fazendo jus ao nome) que estava no saco de final de prova

domingo, 27 de novembro de 2016

Corrida Juntos Contra a Fome (do susto 3 dias antes, aos 2.000 km e ao quase sub50)

Os três 4 ao Km presentes: Eu, Conceição (caminhada) e Aurélio 

3ª edição da Corrida Juntos Contra a Fome, 3ª presença neste evento de cariz solidário contra um flagelo que não deveria existir neste planeta.

Uma vez mais, uma organização a primar pela qualidade. Este ano regressou, em boa hora, a Cascais, palco da 1ª edição, após Lisboa na 2ª.

De destacar o valor de 10.075 euros que esta prova rendeu à Campanha Juntos Contra a Fome!

A minha presença destaca-se em 3 pontos, todos enumerados no título desta crónica. Indo por ordem:

Susto 3 dias antes: Podemos estar muito bem mas basta um pequeno segundo e tudo passa à história. E por momentos receei isso no treino de 5ª feira onde um pé a resvalar num buraco molhado pela chuva, fez-me dar um salto mas o mal parecia estar consumado pois senti o pé esquerdo a torcer, trazendo-me memórias do pé torcido em Constância 2007 (3 semanas parado e meses para recuperar totalmente) e a fractura do pé esquerdo no Natal 2008, obrigando à dolorosa experiência de 6 meses parado (essa é que foi a dor maior!).
Dei um passo e senti que não estava como em Constância, mas o pé doía e o receio de começar a inchar era grande. Para piorar a situação, sendo um treino de 10 km estava praticamente no ponto de retorno, portanto bem longe de chegar para ir colocar gelo o mais breve possível.
Resumindo, apesar do pé ter torcido, não criou entorse, deixou foi uma dor no tornozelo quando o viro para um lado ou outro mas que hoje parece estar passada e em nada prejudicou a corrida. 
Ufa!!!

2.000 km: Foi um momento especial o metro 6.308 da corrida. Foi esse o momento que cheguei aos 2.000 quilómetros em 2016! 
Como tenho referido, o record de quilómetros num ano vinha do ano passado com 1.556 km. Neste ano, devido à minha actual situação, com toda a disponibilidade para treinar, pensei em tentar chegar aos 2.000, no que seria um aumento de quilometragem de 28,5%, difícil de alcançar.
O que é certo é que a 34 dias do final do ano, já está. E neste momento prevejo, caso não exista nenhum imprevisto (exemplo do que poderia ter sucedido na 5ª feira...) que irei ultrapassar os 2.200 km, mais de 650 km num ano, cerca de 42% de incremento (como sempre, lá está o número 42!).
O melhor é que foi alcançado de forma sustentada, sempre com a preocupação da correcta recuperação, para evitar lesões. Apenas tive aquele problema nos gémeos em Fevereiro mas causado por um antibiótico estouvado que também me deixou intolerante à lactose.
Resumindo, o objectivo 2.000, e apesar de todas as dúvidas iniciais, foi um surpreendente sucesso e que que permitiu os resultados que já alcancei neste ano que é, sem qualquer dúvida, o meu ano de ouro. 

A dar "uma chapa" ao Nuno Sentieiro Marques que tirou a foto em plena corrida e a quem agradeço
Quase sub50: Pois é... este é o único objectivo que nunca alcancei e já o persigo faz 10 anos em Fevereiro próximo (mas não desisto!). Tanta vez que poderia ter sucedido mas, ou provas que não chegavam aos 10 km, ou por lesões ou outras situações, nunca alcancei. 
Esta prova era difícil de prever pois disputei a Maratona do Porto há apenas 3 semanas e desconhecia o ritmo que poderia impor. Inicialmente servia de bitola para saber com que contar no Grande Prémio de Natal daqui a 2 semanas. 
Mas nesta semana cheguei a sonhar para o dia de hoje, esquecendo-me desse sonho na 5ª após aquele quase acidente no pé. 
No entanto, no aquecimento, senti-me perfeito e decidi ir tentar. Desde já digo que terminei em 50.25 marcando o 3º melhor tempo de sempre (atrás do record de Constância 2011 com 50.08 e o Bodo no Pombal este ano com 50.20).
Mas se no Bodo há 4 meses acabei com a consciência que não poderia ter tirado um segundo que fosse pois fui sempre no limite do máximo, hoje terminei a lamentar o 7º e parte do 8º km pois sinto que poderia ter conseguido. Para perceberem melhor, nada como mostrar os meus tempos em cada km:
01 - 5.21
02 - 5.16
03 - 4.52
04 - 4.52
05 - 4.54
06 - 4.52
07 - 5.24
08 - 5.09
09 - 4.57
10 - 4.48
Nos dois primeiros, é normal. Não posso começar mais rápido do que isso para não colocar tudo em questão. Depois entrei naquele ritmo ideal que fui mantendo até ao quilómetro 7 onde senti uma quebra. No oitavo comecei a melhorar e acabei por recuperar, fazendo mesmo o meu melhor quilómetro no último.
Agora façam as contas ao que perdi no 7º e 8º. Ah pois...
A boa notícia é que consegui renascer depois da quebra, que não foi acentuada mas deu para perder os preciosos segundos com que terminaria a obsessão do sub50 (após praticamente 10 anos, sim, é mesmo obsessão!).
No final tive o luxo duma lebre do calibre do Tiago Marques (a quem muito agradeço) mas já não era possível (mas mesmo assim fiz os mil metros mais rápidos da corrida).

Um tempo na casa dos 50 minutos é raro em mim e em 156 corridas de 10 km apenas o consegui por 7 vezes (2 em 2007, 3 em 2011 e 2 em 2016). Aqui está a relação dessas marcas:

Lugar
Data
Prova
Tempo
1
2011-04-23
24º Grande Prémio da Páscoa - Constância
50.08
2
2016-07-30
34ª Prova do Bodo - Pombal
50.20
3
2016-11-27
3ª Corrida Juntos Contra a Fome - Cascais
50.25
4
2007-02-04
5º Grande Prémio José Afonso - Grândola
50.37
5
2007-02-25
8º Grande Prémio do Atlântico – Costa da Caparica
50.45
6
2011-01-16
4ª Corrida de São Domingos - Lisboa
50.52
7
2011-09-18
4ª Corrida Destak na Marginal – Carcavelos/Cascais
50.55

(agora, já sabem, como habitualmente, sem pressão adicional para o GP do Natal! :) )

5ª feira, feriado, vou em ritmo calmo à 1ª Corrida Solidária de Agradecimento ao Dador no Parque das Nações (8 km), e domingo tentar o melhor na Meia-Maratona dos Descobrimentos.



Não quero terminar sem uma referência especial à minha outra paixão no desporto. Também eu tenho dois amores: Atletismo e Automobilismo.
No capítulo Automobilismo, o pináculo é a Formula 1 que acompanho intensamente desde 1972,
O campeonato deste ano, hoje terminado, foi todo a "sofrer" para que Nico Rosberg alcançasse o mais que merecido título mundial, o que sucedeu hoje, tendo sido uma enorme alegria e emoção! Muitos parabéns Nico Rosberg, campeão do Mundo 2016! :)

O salto do título!

sábado, 19 de novembro de 2016

Começou a Operação Sevilha


De hoje a exactamente 3 meses, a esta hora e caso tudo tenha corrido como desejado, já terei sentido novamente a felicidade suprema de entrar no Estádio Olímpico de Sevilha, levantado os dois braços e cortado a meta.

Amanhã marcaria o início do plano para Sevilha mas decidi antecipar um dia para coincidir simbolicamente com o dia 19 e com os 3 meses em falta.

Para tal, tinha no plano 21.097, ou seja uma Meia em treino. Mas ambicioso como ando, tentei que este treino fosse bem mais rápido do que o normal. Queria que entrasse na casa do minuto 5 o que não era fácil por várias razões:
- Era uma Meia em treino e não em corrida e sabem a diferença que isso faz
- Amanhã faz apenas 2 semanas que cortei a meta na Maratona do Porto
- Em mais de 3/4 das Meias que realizei em corrida, a média foi na casa dos 6
- Queria chegar a esse tempo mas sem nunca forçar, sem nunca passar o limite do conforto (exactamente por ainda estar recente o esforço na Maratona do Porto)

Ora como bem se sabe, este ano está a ser o meu ano de ouro nas corridas e continuo a surpreender-me com os resultados de tanto treino. É que na verdade superei o tal ambicioso plano para este treino. Média de 6.00 em Meia significa um tempo de 2.06.35, portanto o segundo anterior seria o máximo e marquei, sem nunca ter ultrapassado o limite do conforto, 2.05.36, ou sejam 59 segundos menos do que o referido limite.

Se compararmos com as 48 Meias que já realizei em corrida, e apesar do record estar em 1.56.35, a verdade é que em 37 realizei um tempo mais lento que o do treino de hoje, o que me dá boas indicações para o resto do ano. 
Tal como disse, está a ser um ano de ouro mas ainda há ano para correr. Para ser exacto, mais 42 dias para correr (como sempre o 42 persegue-me, eu que até moro numa casa com o número 42!).

Também se prova, uma vez mais, que a táctica que uso a seguir a uma Maratona é a mais indicada para mim. Geralmente aconselha-se os atletas a começarem até 48 horas depois com corridas lentas e curtas mas uma coisa é o que funciona para a maioria, outra é a especifica para cada um.
O que faço é parar por completo as corridas durante a semana a seguir à Maratona. Faço algumas caminhadas mas nada de correr. Quando regresso, uma semana depois, venho com toda a força e gana e com fome de quilómetros, como me acontece desde sábado passado, dia que recomecei os treinos.

O resultado do Porto deixou-me mais determinado para treinar ainda mais e melhor para Sevilha. Como sempre em Maratona, o objectivo não é o tempo mas sim fazê-la o melhor possível. No Porto cheguei ao km 38 bem, claro que cansado mas a conseguir gerir, os últimos 4 é que foram complicados. O meu objectivo seria conseguir chegar aos 42 como cheguei aos 38 no Porto. O tempo é secundário numa prova desta natureza mas claro que seria influenciado positivamente por este facto. Mas, como já sabem, sem qualquer pressão exterior :)   

De amanhã a uma semana, dia 27, regresso às corridas com a 3ª edição da Corrida Juntos Contra a Fome da qual sou totalista.

Bom fim-de-semana a todos e uma palavra muito especial a quem vai amanhã disputar a Maratona de Valência. Que sejam muito felizes e alcancem tudo o que sonham.
Uma palavra de incentivo ainda mais especial para os amigos Isaac Carrelo e Carlos Mendes!