domingo, 17 de novembro de 2013

A minha visita ao histórico Monge

Com a Isa e Marta (duas afilhadas!)

Um amigo que gostei muito de reencontrar, Mário Lima
(por muitas e variadas razões, pelo menos 207..., esta prova foi dedicada ao meu grande amigo Jorge Branco)

Hoje foi dia de conhecer uma prova histórica do panorama das corridas de trilhos, a Corrida do Monge que somou a sua 21ª edição.

Com partida e chegada no mesmo ponto que a Corrida do Guincho, tudo o resto difere pois o percurso segue pela Serra de Sintra, numa prova mais dura, tecnicista mas também mais bela.

Realizei a prova com a Isa e a Marta (em estreia em montanha) e foi mais uma vez, como acontece quando a companhia é excelente, uma agradável e divertida corrida.

O que aparece no 8º km? Uma "ligeira" mas muito gira subida!


As subidas são duras mas o meu (habitual) problema são as descidas e por 3 vezes que estive para me espalhar. Se uma das vezes foi uma árvore que me segurou, nas outras duas ainda estou para perceber como não fui ao chão. Com as travagens nas descidas, o pé esquerdo ficou queixoso mas nada que não tivesse passado após "congelá-lo". O problema são os joelhos neste tipo de descidas e o esquerdo ficou a refilar comigo e, pelos sintomas bem conhecidos, deverei ter que estar 2 a 3 dias sem correr.

Eu gosto deste tipo de provas mas tenho que ser realista e reconhecer que não tenho pés (pela minha estranha forma de passada) e muito menos joelhos para este tipo de pisos, e estou a falar de provas que não têm algumas descidas como vejo em certos eventos.

Palavras para quê? Os sorrisos dizem tudo o que de bom é correr e conviver com pessoas boas
A organização esteve bem, com realce para três reabastecimentos e o percurso muito bem marcado e com vários voluntários a darem indicações.
No final, o famoso pão com chouriço que sabe sempre bem.

A nível competitivo, José Carvalho (NA Vila Real) e Rosa Madureira (Penafiel) foram os vencedores numa edição com grande record de participação, 459 atletas, batendo os anteriores 281 do ano passado.




E agora, digam lá se o percurso não se parece com a figura duma pessoa ou estarei a inventar?

19 comentários:

  1. Não estás nada a inventar!! Eu quando coloquei o GPS pensei que fosse "bruxaria" ahahah
    E eu digo já porque é que não te estatelaste no chão.... porque ias com dois anjos da guarda atrás de ti :D eheehhe
    Foi uma belissima prova e com muito boa disposição.
    Beijinhos Padrinho

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    1. Pois claro! Que falha a minha!!! Foram vocês que mexeram os cordelinhos para eu não cair :)))

      Beijinhos :)

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  2. Falar da Corrida do Monge para mim é fácil e difícil!
    Fácil por tudo o que ela me diz, pelo mar de afectos que a ela estão ligados, pelas amizades para uma vida que se relacionam com essa prova.
    Difícil por me recordar de tempos que não voltam, pessoas que partiram para um lugar de onde não se tem retorno, dias bem mais felizes e de esperança que os actuais.
    A Corrida do Monge não é uma prova para mim mas sim um estado de alma, uma pátria e uma família!
    Ainda agora aqui sentado na nova redacção do Último Quilómetro estou ladeado por dois Monges feitos pela saudosa Dona Balbina (e oferecidos por um amigo maior que o pensamento) que tanto mas tanto me dizem.
    A Corrida do Monge é uma prova de comoção e emoção de sentires de alma.
    Este ano estive ausente mas quero voltar porque um homem gosta sempre de voltar para a sua casa e a sua família.
    Comoveu-me a tua dedicatória e as pelo menos 207 razões que nós sabemos o significado disso.
    Mas para mim o Monge são muito mais que 207 razões são um universo infinito de razões e nesse universo, na galáxia da fraternidade e amizade, também brilha um estrela fraterna e solidária chamada João Lima.
    Desculpem lá mas a Corrida do Monge deixa-me assim!

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    1. Depois dum comentário tão sentido como o teu, apenas me resta enviar-te um grande abraço!

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  3. O Monge é uma prova linda, mas também muito técnica. Ainda bem que não te espalhaste :)
    Tive muita pena de não ir, mas surgiu um imprevisto para hoje de manhã.

    Abraço

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  4. Mande-me o track (GPX) da prova, para o email sff.

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  5. Ahh...como te compreendo...por acaso no que toca a joelhos, no meu caso é mais o direito. Bela prova, bela companhia e mais uma para o currículo. Muitos parabéns.
    Abraço e boa recuperação

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    1. Obrigado Carlos. Os meus joelhos são à vez. Ora agora o esquerdo, ora agora o direito...

      Um abraço
      (como é bom falar contigo só em português! hi hi hi)

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  6. Estas provas são muito mais divertidas que as de alcatrão e passam muito mais depressa. Quando damos por nós já fizemos 12 km.
    Uma excelente corrida esta! E muito completa, com descidas, subidas, zonas muito técnicas. Como não te estatelaste...foi um milagre...O importante é que nos divertimos muito os três.
    Beijinhos e boa semana.

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    1. Foi um milagre ou foi a teoria da Marta :)

      Beijinhos e bons treinos

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  7. Os meus caros amigos fartam-se de correr ...depois da Nazare correr no meio da natureza foi fantástico Um grande abraço e continuem a demonstrar o que de bom nos proporcionam as corridas.

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    1. Eu posso correr muito.... corro é pouco... ou muito se considerarmos o tempo final :)

      Um abraço

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  8. Engraçado o percurso formar essa figura! :) O ano passado não tive a oportunidade de registá-lo em gps.
    Parabéns pela prova, mesmo que no dia seguinte o corpo se queixe! ;)
    Beijinhos

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    1. Por acaso o corpo não está queixoso, com excepção do joelho mas esse por razões mais habituais.

      Beijinhos

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  9. Parabéns João!! Sou adepta desse espírito de prova: em grupo e sempre bem dispostos. Já fiz algumas e guardo-as no coração como as provas mais divertidas e mais recompensadoras!

    Já eu não tive tanta sorte: estatelei-me mesmo e tive de ir ao hospital. Estou no estaleiro, literalmente...
    Mas como diz o ditado: quem anda à chuva...
    Um dia teria de acontecer!
    Beijinhos e bons treinos!

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    1. Olha que chatice!

      As tuas melhoras. Força!

      Beijinhos

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  10. Esta é uma das provas que até hoje nunca me atrevi a fazer, talvez por nem sempre ter sido consistente a treinar e nunca ter conseguido um momento de forma de forma a deixar de ter medo de encontrar o Monge. Isso não me impediu de cometer a loucura de tentar 5 vezes a Meia Maratona (apenas tendo conseguido uma sempre a correr) com uma preparação aquém do desejado.

    Mais um treino a caminho de Sevilha. FORÇA!!

    Abraço.

    Fernando Varela

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