domingo, 15 de julho de 2012

Corrida da Lagoa de Santo André



Dona duma avifauna riquíssima e diversificada, a Lagoa de Santo André tem uma paisagem natural que a faz especial no género.

Também especial se tornou para as centenas de atletas que em Julho aí rumam todos os anos para um evento de Atletismo e convívio, também ele especial.

E ontem, dia da 17ª edição da Corrida da Lagoa de Santo André, uma vez mais tal se verificou, com as inscrições, limitadas a 600, a esgotarem uma semana antes.

No final, 574 atletas cortaram a meta naquela que foi a 2ª maior participação de sempre, após os 610 de 2008 quando tinha um limite de 700.
Realce para a excelente participação feminina de 98 atletas (17%) e para o facto da organização ter estabelecido 4 escalões de veteranas, algo não habitual mas inteiramente justo.



Tendo iniciado a descida final em 2º, Alberto Chaiça, desta feita a representar os Amigos do Parque da Paz, venceu em 33.02, ultrapassando no sprint final Miguel Marques do Quinta da Lomba que distanciou por 3 segundos. 
A 18 do vencedor terminou Luís Almeida dos Bombeiros Voluntários de Montemor Novo.

No sector feminino, Vera Fernandes do Bela Vista foi a grande vencedora em 39.08, com Ana Duarte do Alvitejo a 50 segundos e Chantal Xhervelle do Casal Figueiras a fechar o pódio em 41.02

Colectivamente, e entre 47 equipas classificadas, os Bombeiros Voluntários de Montemor Novo levaram para casa o troféu de primeiro classificados, seguidos pelo Beja e Amigos do Parque da Paz.



Os 4 ao km, com 7 elementos na corrida e 1 na caminhada, ficaram em 32º, tendo para tal 3 elementos que correram efectivamente na casa do minuto 4 por quilómetro.

Quanto ao 7º classificado da equipa, eu, fiz a prova possível após uma paragem forçada de uma semana em virtude dum problema visual que irá durar a passar mas que não prejudica directamente a corrida, apesar de o fazer a nível de cansaço geral. Cortei a meta em 59.15, tendo adoptado um ritmo defensivo por não saber como iria reagir pelo tal problema e porque 14 horas depois estaria em nova prova.

No final, espaço para a habitual sardinhada. Este ano com a inovação de terem pessoal próprio para assar, o que libertou as pessoas dessa tarefa mas aumentou o tempo de espera.
Convívio salutar e animado, sendo que para alguns atletas marca o fim desta época antes das férias.

E como habitualmente, mais uma medalha pintada à mão retratando uma das citadas espécies que vivem à volta da Lagoa. Este ano a Garça Boieira.
No meu caso a 6ª medalha duma história de amizade com esta prova, tendo nestas últimas 7 edições apenas faltado à de 2009, medalhas que estão na fotografia que finaliza este artigo






Um comentário:

  1. Uma prova que está nos meus sonhos futuros se a troika deixar!
    Essa diferença de 14 horas entre duas provas anda a martelar-me a cabeça e tu sabes porquê!
    Grande equipe dos 4 ao km mas na foto não estava um "infiltrado"?

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