domingo, 31 de janeiro de 2016

No belo Grande Prémio Fim da Europa

Com Eberhard, Manuel Sequeira e Mayer Raposo

Antes do Fim da Europa, espaço para o fim do mês, dado que estou a referir um mês histórico porque de todos os 128 meses que se passaram desde que comecei a correr, este foi, e de longe, o que mais quilómetros totalizei. 
O anterior máximo era de 180,030 e neste Janeiro de 2016 somei 221,191, um aumento superior a 41 quilómetros em relação ao anterior record.

Pela 6ª vez, consecutiva, estive presente nesta bela prova que nos leva de Sintra ao Cabo da Roca. E esta edição foi daquelas onde o dia bonito proporcionou belas paisagens a perder de vista. 

Antes das impressões de hoje, espaço para uma piada que aconteceu comigo. O nome Fim da Europa é para nós, atletas, sinónimo imediato da corrida, Porém, para quem está fora do fenómeno do Atletismo, deverá ser intrigante. Foi o que sucedeu no treino que realizei com a Isa e Vítor por Lisboa na passada 5ª feira, levando a camisola deste ano onde estavam estampadas a letras grandes "Fim da Europa". Pois passámos por um que interrogou-se em voz alta e tom indignado "Fim da Europa?!?" pensando que eu seria um activista que estaria ali a propagar ideias anti-europeístas!

Hoje estava esperançado numa boa marca e sentia-me confiante para a atingir. Porém, as coisas nem sempre são como desejamos e logo nas centenas de metros iniciais recebi sinais que hoje não era dia para tal. 
Tinha assim duas hipóteses, ou forçar e desgastar-me muito, o que nesta fase de preparação para Barcelona não é o ideal, ou transformava a corrida num treino calmo, o que foi naturalmente a minha opção, dado que quero continuar a treinar bem nos próximos dias.

Fui confortavelmente até à meta, cortando-a em lentos 1.55,36 para depois correr ainda mais 2 quilómetros até onde estava o carro.
Se para a semana, nos 20 Km de Cascais, receber bons sinais, puxarei então. Caso contrário faço o mesmo que hoje pois nesta fase interessa é meter quilómetros para o que falta 6 semanas, ou mais exactamente 42 dias para os 42 km em Barcelona.

Quanto à prova em si, registe-se novo record de participação, subindo dos 2.238 do ano passado para os 2.481 de hoje (terminaram 2.509 mas 28 foram desclassificados). Há 10 anos atrás foram apenas 584 e há 20, 254...



terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Mais um bom longo para Barcelona

Realizei hoje mais um longo para Barcelona, desta feita numa 3ª feira em vez de domingo, para recuperar melhor da corrida de sábado.

Estavam planeados 24 km que foram cumpridos e bem pois estive sempre confortável, acabando mesmo por ser 1 minuto mais rápido na 2ª metade do que na 1ª, um bom indicador que a parte cardio esteve bem (e mais faria), tendo mesmo realizado no último quilómetro aquele que foi o mais rápido.

Apenas as pernas estão um pouco cansadas, o que é natural devido à carga que tenho dado. Aliás, este mês já é, e apesar de ainda faltarem 5 dias, aquele que mais corri. O anterior máximo perfazia 180 quilómetros e vou neste mês em 184, preparando-me portanto para passar a barreira dos 200.

O percurso iniciou-se mo Inatel de Oeiras, direcção até final da praia de Carcavelos, retorno indo até Algés e regressando ao local de partida.

Agora os dois próximos longos serão em corrida. No domingo o Grande Prémio do Fim da Europa, cujos 17 km correspondem a um esforço de cerca de Meia-Maratona, e na semana seguinte os 20 Km de Cascais, última prova que participarei até 13 de Março, dia da Maratona de Barcelona.

sábado, 23 de janeiro de 2016

No Nacional de Estrada


A armada 4 ao Km presente. Em cima com a Joana e Eberhard, em baixo com João Cravo e Joana

Com um óptimo tempo para a prática da modalidade, quase parecendo primavera, disputou-se hoje o 2º evento do Lisboa a Mexer, desta feita integrado no Campeonato Nacional de Estrada.

O nosso desporto é o único que nos permite competir ao lado dos grandes campeões, como foi hoje, e mais uma vez, o caso. E por falar em campeões, sagraram-se Dulce Félix e Rui Silva, a nível individual e o Benfica colectivamente, tanto em femininos como masculinos.

Dulce Félix, completamente no ar, a voar para a meta

Até Barcelona, inscrevi-me apenas em três provas, sendo que duas (Fim da Europa e 20 Km de Cascais), pela sua extensão, fazem parte do plano de treinos, a de hoje foi a única excepção.

Estou numa fase de meter muito quilómetro, muita carga, para depois tirar os devidos proveitos. Proveitos esses que virão depois e não agora. Por isso, e por estar um pouco desgastado de tanto treino, considerava que repetir o tempo da Amadora (na casa dos 55 minutos), já era bom.  

No entanto, também sabia que esta seria a única corrida de 10 km até final de Março e por isso desejava marcar um tempo simpático de referência.

Assim, comecei a atacar, sem saber até onde iria. E deu até à meta, que cortei em 53.29, o que para o momento actual foi bem bom, melhor do que esperava.

Perto do final, já custava...
O percurso foi: Cidade Universitária - Campo Grande - Saldanha - Campo Grande - Campo Pequeno - Cidade Universitária, onde as únicas dificuldades eram os túneis.

Em relação à organização, a nota é negativa, por 3 factores, sendo que o 3º que vou listar obriga sempre a nota negativa. As razões:
1ª Má informação antes da prova, com confusão com a hora da partida. A real foi de 16 horas para a elite feminina e 16.10 para os restantes, mas o próprio regulamento da Federação Portuguesa de Atletismo dizia 16 horas para masculinos e femininos.
2ª Num campeonato nacional, não há tempos de chip pois o tapete apenas foi colocado para a chegada, estando ausente na partida, sendo que ambas eram no mesmo local
3ª O reabastecimento dos 5 km esgotou a água pouco depois da minha passagem, e enquanto havia ainda muitos atletas em prova (e mesmo que estivesse apenas um...), e na chegada não houve água, pelo menos na altura que a cortei e até ao último. 
Sabe-se de antemão quantos atletas estão inscritos e água é algo que não pode faltar!

Em virtude desta corrida, o longo vai ser realizado no início da semana.



domingo, 17 de janeiro de 2016

30 Km rumo a Barcelona

Antes do treino, com os amigos Nuno e Sandra, preciosa companhia
Estou muito feliz hoje! 
Após um difícil mês de Dezembro, a contas com aquele diabólico antibiótico, este mês tem sido de colocar muito quilómetro nas pernas, o que tem sucedido de forma perfeita e planeada.

Plano esse ambicioso pois aponta para ultrapassar, de forma marginal, a barreira dos 200 quilómetros. Ora se considerarmos que o meu record mensal é de 180,030 km, apercebe-se a diferença significativa. Logicamente, influenciado pelo facto de ser um mês com 5 fins-de-semana, altura onde tenho sediados os longos.
Neste momento, e com 17 dias no mês, já totalizo 128,751 km

Hoje tinha uma ajuda que para um treino longo ainda mais preciosa se torna, companhia. E que companhia! A Sandra e o Nuno e a surpresa de encontrarmos aos 13 km a Isa e o Vítor, que se juntaram a nós durante cerca de 10 km.  

Assim, fácil se tornou chegar aos 30 quilómetros, o que me deixou muito satisfeito, especialmente por os ter realizado de forma confortável.

E agora, passadas quase 5 horas após o seu términos, o meu estado em nada tem a ver com o da semana passada onde estava muito desgastado por ter andado 25 km a lutar que nem um doido contra o vento. 
Hoje, o tempo estava bom, apenas algum frio o que não prejudica, pelo contrário.

Excepcionalmente, o próximo longo será na 2ª feira 25, dado que no sábado 23 vou participar no Nacional de Estrada em Lisboa.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Contra o vento, correr, correr!

Este segundo longo para Barcelona, hoje feito, deve ter sido o treino mais duro, por razões externas a mim, que alguma vez efectuei. 

Há aqueles que são duros por estarmos em dificuldades, mas felizmente aquele problema nas pernas que se arrastou por causa do antibiótico marado, teve o seu canto do cisne com o longo de domingo passado. Hoje estaria em condições para um treino bem mais confortável mas deu-se então a influência de causas externas.

E que causas externas foram essas? Uma brutal ventania. Daquelas que, em termos científicos, podemos medir como entre "o diabo à solta" e "o fim do mundo em cuecas". 

Ele era pela frente, pelo lado, por trás, tudo em turbilhão e com constantes rajadas. Se num longo o segredo é um ritmo constante, hoje o ritmo mudava a cada momento, fruto da intensidade do vento. Tinha que efectuar muito esforço quando estava de frente, depois passava para o lado e o corpo seguia com mais força, pela inércia, e por aí fora.

Em mais de dez anos e meio a correr, e tendo já apanhado várias vezes muito vento, elejo este como aquele onde mais vento apanhei. Não só pela intensidade mas pelas constantes mudanças. E coincidiu num longo (vendo pela positiva, mais endurance proporcionou!).

Como tinha feito 24 no domingo, a intenção hora era de 25 ou 26 mas por volta dos 6 ou 7 quilómetros, já com um esforço tremendo pelo desgaste do vento, vi esse objectivo muito longe. 
No entanto, como sou uma destas duas hipóteses:
a) Persistente e empenhado
b) Teimoso que nem um burro
(escolher a que melhor se adapta), continuei até aos 25 km. 
Acabei que nem podia!

Comecei no Inatel de Oeiras, segui até S.João do Estoril, dei a volta até Caxias e regressei ao Inatel.
Ao passar na Parede, vi o corpo da baleia juvenil de dez metros que deu à costa entre as praias da Parede e Avencas.

Bastou ter passado este problema nas pernas, e comecei a meter carga. O resultado é que ao fim de 10 dias em Janeiro levo já 75.826 metros. 
Agora não posso facilitar até Barcelona e próximo domingo há novo longo, este com a preciosa ajuda de companhia.

Uma boa semana a todos!
  

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

A problemática da partida e a minimização de riscos


Na passada semana, a partida da São Silvestre da Amadora ficou marcada por uma queda que abrangeu cerca duma dúzia de atletas, provocando a desistência prematura de alguns e mazelas nuns quantos, além do terror que viveram naqueles segundos por estarem no chão com um pelotão em plena aceleração atrás de si.

Sejamos claros, este é um problema que não se pode evitar. Há sempre a componente risco quando um pelotão é solto e atletas extremamente rápidos iniciam a sua corrida com as pernas e pés a escassos centímetros uns dos outros e onde um simples toque pode gerar uma carambola.

Mas se não se pode evitar, podem-se tomar medidas para reduzir o risco, e estou a falar na generalidade das provas e não no caso concreto amadorense.

Todos sabemos que ao treinarmos junto a uma estrada aberta ao trânsito, podemos ser atropelados. Essas probabilidades são enormes se formos no meio da estrada e reduzem-se significativamente se seguirmos no passeio. Chama-se a isto reduzir os riscos e usar o bom senso. 
Ora o mesmo deve ser aplicado numa partida pois se estiverem presentes nas primeiras filas atletas lentos, servem como obstáculos podendo originar um choque ou o desvio rápido que poderá iniciar a carambola. 

Lamentavelmente, continuamos a assistir a atletas que insistem em partir da primeira linha para terminarem com o dobro do tempo do primeiro. Para quê? Pela vaidade de serem vistos ao lado de campeões ou pelo ridículo que essa atitude provoca? 

Há 3 anos atrás já escrevi sobre este assunto (ler aqui) exactamente por um demasiadamente conhecido cromo desta situação ter furado desde a prova aberta até ao espaço dos atletas do Nacional de Estrada para se posicionar entre o Ricardo Ribas e a Dulce Félix, a quem deu mesmo um encontrão para ficar à sua frente na linha de partida, quando a Dulce Félix ia lutar pelo título nacional numa luta onde cada segundo conta, enquanto essa personagem foi depois ultrapassado por mais de 800 atletas. Personagem essa que até na partida da Corrida do Tejo, com barreiras a dividir os atletas por tempos, consegue passar e furar até à primeira fila para de imediato ser engolido na partida, provocando um perigo sério, prova de que nem barreiras impedem os chicos-espertos. 
Tal como uma senhora na casa dos 60 que ainda recentemente colocou-se à frente de todos numa prova de 15 km para depois partir lentamente e fazer o dobro do tempo do vencedor, numa situação que também é useira. 

Uma coisa é competição e outra participação, e cada um tem que ter isso em conta e não misturar tudo pois todos deverão posicionar-se na partida consoante o seu ritmo e isso é uma mais valia para o pelotão e inclusive para si, ajudando a diminuir os riscos que existem e se confirmaram na Amadora. Lamentavelmente parece que a consciência de cada é insuficiente. 

Ainda há uns tempos relataram-me o sucedido numa Maratona na Austrália onde as partidas estavam divididas pelo ritmo de cada. Havia portas de entrada para os vários tempos alvo e essas portas não eram controladas por quem quer que fosse, cada um dirigia-se à sua e entrava. E o que sucedeu? Todos entraram na correspondente e não mais à frente. A isto chama-se educação e respeito por todos. 

Daqui proponho uma campanha de sensibilização para este fim. Como tal, infelizmente, parece-me insuficiente, julgo que as organizações também terão que tomar uma atitude e recolocar esses intrusos no seu devido lugar, tudo em nome da segurança e bem estar geral. É que as corridas podem ser uma festa mas ninguém deseja que atletas acabem no hospital em virtude da incúria duns.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

As provas acima do milhar em 2015


Pelo 5º ano consecutivo, publico aqui a relação de provas disputadas em Portugal com número de classificados acima do milhar (para ver os anos anteriores, clicar em: 2011 - 2012 - 2013 - 2014

Nunca se tinha registado uma prova a quebrar a barreira dos dez mil e neste ano foram logo 3. Este é o maior destaque do ano mas há mais. Note-se como acima do milhar foram 37 em 2011, 42 em 2012, 59 em 2013, 58 em 2014 e agora 62! Isto apesar do número crescente de provas que leva à inevitável dispersão mas compensada pelo aumento de praticantes. 

Destas 62, 52 já constavam na relação acima do milhar em 2014, 7 alcançaram esse patamar não o tendo feito no ano passado, 1 regressou após um ano de ausência e 2 foram primeira edição. 
Das 58 do ano passado, saíram 6. Metade por terem baixado dos mil classificados e as outras 3 por não se terem disputado.

Nestas 62, e das 59 que se disputaram nestes dois últimos anos, regista-se que 40 aumentaram a participação e 17 baixaram, sendo que o saldo é de mais 15.921 atletas. Note-se que há duas que não têm total neste ano como adiante se explica.

O total de participantes de 60 destas 62 provas é de 162.800
Digo 60 de 62 pois, como referi, há duas provas que constam na relação por se saber que passaram os mil mas não têm total por a organização não o ter disponibilizado. Refiro-me às Urban Trail de Lisboa e Porto que, controversa e duvidosamente, a organização entendeu apenas publicar a classificação dos 50 primeiros, sendo que os restantes podem apenas ver o seu tempo e lugar.
É obrigação das organizações publicarem a classificação na íntegra (e no próprio site da Urban Trail a ligação diz "Consulte todos os resultados", quando o todos são apenas 50 e o seu). E um atleta saber que foi, por exemplo, 20º no escalão significa o quê? Se vir na classificação que foram 20, sabe que foi último, mas se forem 2.000, ficou muito bem classificado. Tal não é possível aferir nestas duas provas, apesar de ter enviado vários mails e mensagens e nunca ter recebido qualquer resposta, nem que fosse um simples "não" mas ao menos ter direito a uma resposta como seria de bom tom.

Mas regressando ao objecto deste artigo, o grande vencedor do ano é assim a RunPorto que pela primeira vez tem uma prova sua como a que registou mais classificados, além de já ter a Maratona record em Portugal nestes termos participativos, mas de parabéns estão todas estas organizações e aquelas que de dimensão menor por nos proporcionarem todas as corridas que semanalmente preenchem o calendário.

Resta referir, como curiosidade, que o mês com maior número de provas acima do milhar é Dezembro com 12 eventos e o menor é Agosto sem qualquer uma. 

Relação das provas com mais de mil classificados em 2015:



Data
2015
2014
Dif.
22
27-Dez
10.880
8.785
2.095
25
22-Mar
10.561
9.403
1.158
8
26-Dez
10.148
8.579
1.569
35
13-Set
7.273
7.328
-55
16
18-Out
6.206
5.774
432
10
19-Abr
5.718
4.931
787
9
20-Set
5.196
4.487
709
3
25-Out
4.878
4.909
-31
12
15-Mar
4.745
4.915
-170
12
08-Nov
4.406
4.040
366
5
11-Out
3.918
3.245
673
3
18-Out
3.828
2.865
963
11
13-Jun
3.790
3.465
325
58
13-Dez
3.606
1.665
1.941
16
14-Jun
3.452
3.740
-288
3
06-Dez
2.887
2.454
433
10
17-Mai
2.850
2.836
14
36
27-Jun
2.728
2.288
440
8
08-Nov
2.694
2.363
331
3
03-Out
2.555
2.390
165
57
28-Dez
2.490
2.106
384
17
18-Jan
2.372
2.650
-278
32
15-Fev
2.258
2.338
-80
25
25-Jan
2.238
1.865
373
3
18-Abr
2.039
1.259
780
2
29-Mar
1.959
2.075
-116
5
06-Jun
1.949
2.778
-829
27
18-Out
1.875
1.705
170
4
17-Mai
1.841
1.414
427
16
22-Fev
1.813
1.580
233
38
20-Dez
1.800
1.144
656
58
08-Dez
1.754
1.769
-15
8
20-Set
1.750
2.100
-350
20
08-Mar
1.683
1.356
327
28
06-Set
1.596
1.442
154
33
12-Abr
1.559
1.516
43
10
24-Mai
1.488
1.254
234
27
30-Dez
1.434
1.329
105
6
15-Nov
1.414
1.198
216
2
05-Jul
1.404
-
-
34
01-Mai
1.391
1.551
-160
12
29-Mar
1.384
837
547
3
06-Dez
1.331
1.036
295
2
26-Set
1.324
608
716
41
31-Dez
1.295
1.237
58
31
10-Mai
1.277
987
290
2
29-Nov
1.250
1.403
-153
2
28-Nov
1.235
1.410
-175
2
21-Jun
1.205
1.079
126
1
11-Jan
1.205
-
-
26
22-Nov
1.159
934
225
1
09-Mai
1.157
-
-
7
27-Set
1.126
1.607
-481
38
27-Dez
1.111
723
388
2
19-Dez
1.084
1.258
-174
14
07-Jun
1.080
1.538
-458
2
25-Out
1.045
684
361
20
01-Mar
1.042
1.124
-82
2
24-Out
1.035
753
282
27
05-Jul
1.029
1.004
25
4
10-Out
?
2.047
?
4
19-Set
?
1.872
?

Quanto às provas que estavam na relação em 2014 e deixaram de estar em 2015:


Data
2015
2014
Dif
3
31-Mai
877
1.006
-129
41
15-Nov
751
1.022
-271
2
11-Jul
697
1.181
-484
-
-
-
2.421
-
-
-
-
2.171
-
-
-
-
2.123
-

Expectativa agora para o que reservará 2016